E hoje, é aniversário do grande jornalista e corintiano fanático (redundância) Thomaz Rafael, que completa 32 anos.
Formado em jornalismo pela a Cásper Líbero há mais de 10 anos, Thomaz já passou pela Band AM, Band FM, Unitv, atualmente trabalha na equipe esportiva de Éder Luis na Rede Transamérica, na Editora Espetáculo e também é editor no SUCESSO e-mailing (principal newsletter do mercado musical).Desejo muitas felicidades a esse excelente profissional, o qual me inspiro muito.
No ar com: Galera Gol – Seg. a Sex. das 19h30 às 21h.
Site: www.thomazrafael.com.br
Em 2006, eu pedi para fazer uma entrevista com ele (para um trabalho escolar), e o Thomaz Rafael foi muito atencioso e concedeu a breve entrevista. Vou colocar algumas perguntas (e respostas dã) abaixo:
Eduardo Willy: O que levou a escolher essa carreira?
Thomaz Rafael: Paixão pelo futebol, esportes em geral, cinema e música. Sempre fui muito comunicativo, gostava de discutir sobre futebol e outros assuntos na escola. E sempre adorei rádio, jornal e tevê.
Como é a rotina de um radialista?
T.R.: No meu caso, mais tranqüila, pois abri mão das transmissões esportivas para me dedicar ao meu trabalho na editora. Agora tenho finais de semana e não trabalho nas noites de quarta e quinta-feira (quando há transmissões). Faço apenas o Galera Gol de segunda a sexta e gravo boletins, além de atuar na área comercial, tentando captar patrocinadores para a rádio. Mas antigamente, era complicado. Durante cerca de dez anos, fiquei longe daqueles churrascos com os amigos, viagens de faculdade, almoços de família aos domingos, praia, enfim, não era fácil. Eu adorava trabalhar nos jogos, mas sentia falta destas outras coisas.
[PS: Hoje, Thomaz continua no Galera Gol, eventualmente apresenta o Papo de Craque, e raramente participa de alguma jornada esportiva]
Quais os aspectos positivos e negativos dessa profissão?
T.R.: Os negativos eu já citei. Você perde finais de semana, feriados, fica longe da família e amigos em datas importantes... Mas os aspectos positivos são inúmeros. O mais legal, pra mim, sempre foi a oportunidade de mostrar minha opinião, de contestar antigos dogmas sobre futebol e o próprio jornalismo esportivo, de tentar criar novidades nos programas esportivos, de estar perto de grandes ídolos, etc...
Você está realizado profissionalmente?
T.R.: Parcialmente. Já cobri duas Copas do Mundo, sou respeitado por muitos profissionais que admiro, tenho muitos ouvintes cativos, escrevo colunas para diversos sites e jornais, tenho espaço numa rádio importante como a Transamérica, já organizei um livro e tenho muitos outros planos. Ainda há muito para fazer.
Sobre o livro, você foi quem teve a idéia do "Meu jogo inesquecível"? Como foi organizado? Está satisfeito com o resultado final livro?
T.R: Não, a idéia foi de um jornalista lá de Goiânia, o Alexandre Petillo, um cara muito criativo e inteligente. Gostei muito do resultado final, mas acho que aprendemos bastante com algumas dificuldades que tivemos e podemos fazer algo melhor num eventual segundo volume da obra. Tivemos o apoio de muita gente boa neste primeiro volume, como Mauro Beting, Juca Kfouri, Elias Awad, Octávio Muniz, Pedro Luiz Ronco, Cléber Machado, Joelmir Beting e outros.
Qual foi sua maior gafe no ar?
T.R: Já cometi algumas (risos). Chamei o cantor Leonardo de Leandro, confundi a voz do Leandro Silva com a do Leandro Machado (ambos eram jogadores do Flamengo), chamei o Anderson (ex-zagueiro do Timão) de Fabrício e quase soltei um palavrão bem cabeludo durante uma transmissão. Eu estava no plantão e chamei o Éder para informar um gol da Ponte Preta. Na hora de falar o nome do estádio da "Macaca", me atrapalhei e o resultado foi horrível: "No Moisés Lucaralh, digo, Lucarelli, a Ponte empata..." Quase tirei a rádio do ar, todos caíram na gargalhada.
Qual seu melhor momento no ar?
T.R: Tive um grande momento apresentando o Band Esporte na Band FM em 97 e 98. O programa foi o pioneiro em esporte no FM, abrindo caminho para o Estádio 97, Na Geral, Transamérica Esportes, Galera Gol, Rock Gol da 89 e por aí vai. A cobertura da Copa de 98 e do Mundial de Clubes de 2000 também foram marcantes. Teve também a transmissão do GP Brasil de Fórmula 1 em 2001, já pela Transamérica. Foi uma transmissão muito elogiada por todas as emissoras afiliadas da Rede Transamérica. Eu narrei F1 na Transamérica em 2001 e 2002, foi bem legal também. Outro momento bacana foi a entrevista que fiz com o Juninho Paulista, em Madrid, às vésperas da Copa de 98, quando ele lutava contra o tempo para se recuperar de uma contusão. Foi uma entrevista bonita, fiquei orgulhoso com o resultado. Recentemente, fiquei feliz com a publicação de um texto meu na revista Sexy. Era uma matéria especial sobre Copas do Mundo e foram publicados seis textos diferentes, incluindo crônicas de gente como Armando Nogueira, Orlando Duarte e Juca Kfouri. E eu no meio de todas estas feras. Foi sensacional.
Comunidades no Orkut:
Meu Jogo Inesquecível - O livro, eu tenho e autografado XD
Pintou o Campeão - Famosa frase do Thomaz.










6 comentários:
Corintiana Roxaaaaaaaaaaaaaaaaaaa aqui tbm
Pô, o Grohl é mais bonito hein?? =P
Cachorro Grande não é apenas legalzinho, é muito fodaaa (desculpa a palavra, mas ela é a que melhor descreve).
Mas cada um tem seu gosto. Mas de todos que vão comparecer, não gosta de nenhum?
Bejoo :*
eae parcero
sera q vc poderia votar no meu blog( é o numero 26)?
http://www.orkut.com/CommPollVote.aspx?cmm=6567127&pct=1208615851&pid=1357790824
valeu
www.bardosmoke.blogspot.com
Dave Grohl todinho!
E ainda por cima narrador de futebol =P
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TemPraQuemQuer
Já tá aqui prontinho querendo ser lido...
Mas creio que não agradará muito a vocês!
=/
Nada de melhor saiu dessa cabeça...
Mas volte amanhã! Será interessante 'ouvir' sua opinião...
;)
Haaa,sim ainda bem q num, teve nd de mt grave na briga o/
=**
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